domingo, 14 de novembro de 2010

Nesta obra, magnificamente ilustrada por Fátima Afonso, encontramos dois dos mais belos contos escritos para a infância: O Gigante Egoísta e O Príncipe Feliz. Neles Oscar Wilde lembra-nos que só através do Amor e da Partilha podemos alcançar a felicidade e fazermos com que a Primavera chegue a todos os corações, criando o Paraíso na Terra.

Oscar Fingal O’Flahertie Wills Wilde nasceu em Dublin a 16 de Outubro de 1854. Paradigma do dandy, porta-voz do esteticismo finissecular e protagonista de escândalos, Wilde gozou de enorme reputação como escritor na pudorosa sociedade vitoriana. Em 1884 casa com Constance Lloyd e nos anos seguintes publica várias obras em Londres, entre elas O Príncipe Feliz e Outros Contos e O Retrato de Dorian Gray (edição Vega, 2000), o seu único e aclamado romance. Wilde notabilizou-se à época especialmente como dramaturgo, com peças como Lady Windermere’s Fan, A Woman of No Importance, An Ideal Husband e The Importance of Being Earnest. É também autor de ensaios como A Alma do Homem Sob o Socialismo e O Declínio da Mentira, ambos publicados pela Vega. Depois de cumprir pena por “comportamento repreensível”, abandona a Inglaterra para sempre. Reside em França, Itália, e acaba por se fixar em Paris, onde vive modestamente sob o nome de Sebastien Melmoth até à sua morte, a 30 de Novembro de 1900.

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do mario

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van gogh

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eu vi um jovem menestrel cantar, um deleitoso grito, de uma tristeza plena serena... alegria,,,,,,,,,, como um palhaço a gritar .....alegria,,,,,,,,,,

Vem até mim, essa mulher dos olhos dóceis,
zelar-me o ego, com carinho… que é sua força
própria de quem nunca perdera o jeito moça
mesmo que a vida tão sofrida, assim lhe fosse.
.
Belos cabelos, cujo vento em vão contorce
camuflam a aura, pura e frágil como a louça…
esperançosa por reunir a paz que possa
e a liberdade, que jamais lhe foi precoce.
.
Por sua palavra até a tristeza ganha graça
sem haver tempo em que sua luz me seja escassa
p
rincipalmente, quando diante de sua face…
.
sou arrebatado de uma nudez que me devasse,…
canção de amor lançada aos céus e o vento trouxe
e que em minh’alma fez morada e tomou posse.
.

Como um fósforo a arder antes que cresça
a flama, distendendo em raios brancos
suas línguas de luz, assim começa
a se alastrar ao redor, ágil e ardente,
a dançar em arco aos trêmulos arrancos.
E logo ela é só flama, inteiramente...
Com um olhar, põe fogo nos cabelos
e com a arte sutil dos tornozelos
incendeia também os seus vestidos
de onde serpentes doidas, a rompê-los,
saltam os braços nus com estalidos.
Então, como se fosse um feixe aceso,
colhe o fogo num gesto de desprezo,
atira-o bruscamente no tablado
e o contempla. Ei-lo ao rés do chão, irado,
a sustentar ainda a chama viva.
Mas, ela, do alto, num leve sorriso
de saudação, erguendo a fronte altiva,
pisa-o com seu pequeno pé preciso.

monet

monet

mensagem

antes de apertar a mão de um homem, considera se um dia , não se erguerá contra ti.........omar kháyyám

monet

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